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Olá!

Este blog mudou para: www.ianalua.blogspot.com

Desculpa o incômodo, mas estava insatisfeita com a qualidade das imagens no WordPress…

Vejo você por lá!

:)

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Eu tava precisando de um lugar pra guardar minha bolsa. Ela ficava zanzando pelo quarto – da cama pra cadeira, da cadeira pra escrivaninha, da escrivaninha pro chão -, e isso me incomodava, sabe? Acho que todo mundo deve ter um cantinho pra chamar de seu… Até uma bolsa!

Só que eu não queria um daqueles cabideiros grandes, porque sei que eles são imãs de bagunça. Dão a impressão de que ajudam a organizar, quando, na verdade, a gente coloca tanta coisa ali que nem lembra do que tá por baixo.

Foi então que eu vi na revista Vida Simples uma ideia bem… simples! É só fixar um puxador na parede e, tchanan!, você tem um cabideiro.

Em menos de 10 minutos, minha bolsa – e de quebra, meu guarda-chuva -conseguiram seu tão almejado cantinho…

Você só precisa de:
-puxadores
-bucha para fixar os puxadores na parede – de acordo com a espessura do parafuso do puxador
-furadeira

Tenho que admitir que não gostei nada da parte da furadeira… Ela não é nada feminina: grande, pesada e feia… Quando eu achar uma que consiga pelo ao menos segurar sem tremer, conquistarei minha independência como mulher.

Enfim, a parte da furadeira eu pedi pro meu pai fazer… Mas o resto é bem simples mesmo!

Ah, os puxadores eu comprei no centro numa loja de materiais de contrução. Cada um custou 4 reais. :)

Os sapos coaxavam como de costume – a sinfonia começava todos os dias ao entardecer. O calor excessivo transformou-se em chuva, fazendo daquela noite a mais agradável do verão. Tudo estava tranquilo na casa de praia da família Dias da Cruz.

Pulando de pedra em pedra, com os pés descalços, a menina atravessou o jardim em direção à casa dos fundos. Os primos ficaram na sala assistindo a um filme. Mas para ela, a verdadeira diversão estava lá atrás – onde os adultos conversavam animadamente.

Mal teve tempo de se inteirar do assunto e o telefone tocou. Saltitante, correu até o aparelho e atendeu: era pro avô.

-Paaaai – gritou – o tio Luís que falar com o vovôôô.

-Ele tá na casa da frente. Vamos lá chamar? Você pode ser meu guarda-chuva, que tal?

Animada com a ideia, a menina pegou distância, correu e pulou nas mãos do pai – que a ergueu em cima de sua cabeça. O impulso, porém, foi forte demais. As perninhas não pararam de subir e bateram no ventilador de teto – que se estraçalhou pela cozinha.

O resultado foi um corte no pé. As lágrimas escorriam enquanto a menina olhava pro machucado sujo de sangue. Uma rodinha se formou em volta, todos tentando amenizar a situação.

De canto, a vó olhou para a tia e comentou com ares de sabedoria:

-Vai é ficar uma bela cicatriz…

E ela tinha razão. A prova está, há 18 anos, no meu pé esquerdo.

A menina. O pé. A casa de praia.

Aprendi um novo jeito de usar cachecol!

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