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Em uma mesma semana, das janelas da minha casa.

Quando o Dudu fez sua própria prancha, a gente descobriu que esse negócio de faça-você-mesmo pode ser muito divertido e fácil – principalmente nesta era em que tutoriais online explicam o passo a passo de praticamente tudo.

Nosso projeto atual era confeccionar uma capa pra tal prancha, mas resolvemos primeiro testar em pequena escala fazendo uma pra handplane (uma pranchinha de pegar jacaré – também arte do Dudu).

Compramos os tecidos, assistimos ao tutorial algumas vezes e mãos à obra!

Alguns erros e muitos acertos depois, a capinha ficou pronta! Ficamos tão felizes com o resultado, que com certeza este vai ser só o primeiro de muitos faça-você-mesmo aqui no blog. :)

Desde caloura eu pensava no TCC – aquele trabalho no qual você prova pra todo mundo que aprendeu alguma coisa na faculdade. Mas, quando chegou a hora, demorei pra engrenar no negócio.

Mudei de tema muitas vezes – nenhum parecia digno o suficiente pra ocasião. O tempo passava, e eu cada vez mais perdida. Até que, num momento de desespero, conversei comigo mesma: “Poxa vida, Iana! Mas do que você QUER falar?”. “Ah, eu acho que quero falar de pessoas…”.”Então pronto!”.

E que lugar melhor pra encontrar pessoas que no Itambé?

Pra quem não sabe, o Itambé é o terceiro maior condomínio de Florianópolis e, em 1978, quando foi inaugurado, era o primeiro. Seus 405 apartamentos abrigam mais de 1.600 pessoas. Diz a lenda que todo mundo da cidade já morou, ou conhece alguém que já morou no Itambé.

Para dar conta de tudo, fiquei quase dois meses indo lá todos os dias – eu, meu caderninho e minha câmera. Algumas vezes, chegava antes mesmo do sol nascer; e em outras, só ia embora quando as luzes nos apartamentos estavam quase todas apagadas.

O resultado foram mais de 500 fotos e um caderno cheio de histórias que se transformaram num encarte de 24 páginas – o meu TCC!

E o mais bacana foi perceber que algo tão corriqueiro como o dia-a-dia de pessoas comuns pode, sim, ser digno de um TCC. Aliás, a julgar pelas pessoas maravilhosas que esbarrei por lá, renderia um livro! Quem sabe numa próxima…

… testar prancha feita pelo Dudu,

cozinhar cogumelos

e brincar de skate depois de 6 meses sem.

:)

Ele não chorou,

dançou remexendo a cabeça e o bumbum,

riu enquanto trocava a fralda cheia de cocô,

se divertiu empurrando cadeiras pela casa,

tomou xarope e pediu mais,

distribuiu sorrisos pra todo mundo,

e fez a minha manhã passar em segundos!

Desse eu até pago pra ficar de babá! (tomara que a mãe dele não leia isso…)

Quando soube que a Associação Cultural ARTE.DANÇA ia apresentar o espetáculo “Escrito à Mão“, imaginei que seria desafiante fotografar em um teatro.

Cheguei duas horas antes e as bailarinas mais velhas já estavam no palco se aquecendo. Logo percebi que o desafio seria maior do que imaginava… A pouca luz, aliada aos movimentos rápidos, fazia com que as fotos ficassem “borradas”. Precisaria de um equipamento bem melhor pra essas condições.

Estava a ponto de desisistir, mas daí pensei: “Se não posso captar a beleza das posições, que tal uma abordagem diferente?”.

Sempre fui fascinada pelos bastidores. Não tem nada mais emocionante do que os preciosos momentos que antencedem o palco. Afinal, foram meses de preparação e tudo precisa estar perfeito.

Quando o espetáculo começou, resolvi continuar ali por trás e fazer as fotos da coxia:

Eu tenho paixão por crianças. Sempre tive.

Aos três anos, carregava tanto a minha irmã bebê no colo, a ponto do médico ter que dizer pra minha mãe que isso estava fazendo mal ao meu corpinho.

Aos seis, enquanto muitas meninas se contentavam com bonecas, meu sonho era ter outra irmãzinha – afinal, a primeira já tinha crescido… Eu me imaginava entrando na escola empurrando ela no carrinho e levando-a comigo pra sala de aula.

Aos 12, finalmente ganhei a tal irmãzinha. Daí vi o trabalho que crianças dão e desencanei.

Brincadeirinha. Ela é uma fofura.

Essas fotos foram tiradas numa festinha que teve aqui em casa. Imagina a minha alegria em passar mais de 4 horas correndo atrás dos pequenos com uma câmera na mão.

Descobri que é bem mais fácil tirar fotos dos mais novinhos. Depois de uma certa idade, quando eles veem uma câmera, ou tampam o rosto, ou saem correndo e gritando…

O que fazer num domingo de chuva em Florianópolis?

Lembrar-se de que ir ao shopping NÃO é uma grande ideia…

Nina veio fazer a tarefa no meu quarto.

E trouxe junto três colegas de classe.

Amélia.

Gigi.

E Lua – que tinha ido pra balada na noite anterior.

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